Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 24/07/2021
A Constituição Federal de 1988 adverte em seu artigo, que um dos objetivos da República Federativa do Brasil é garantir a dignidade da pessoa humana e o seu valor social do trabalho. Entretanto, boa parte dos trabalhadores brasileiros não se sentem valorizados, pelo contrário, se sentem humilhados e injustiçados em seu ambiente de trabalho. Alguns superiores que deveriam promover um lugar saudável e amistoso estão na verdade cometendo assédio moral com seus funcionários.
Em primeira análise, deve-se ressaltar que o lugar mais provável de se ter alguém fazendo esse tipo de assédio, vai ser um ambiente que se propaga rivalidade. Colocam-se metas difíceis de se cumprir e aquele que consegue é enaltecido e, aquele que não, é humilhado. Assim, causando intrigas entre os próprios funcionários e justificando qualquer erro como preguiça.
Contudo, não precisa se quer deixar de fazer algo muito absurdo no trabalho para ser humilhado. Muitas vezes o superior pode apenas não gostar do funcionário, ou se sentir ameaçado, com inveja, que começa a persegui-lo. Cerca de 40% das mulheres entrevistadas para uma pesquisa feita pelo G1 em 2020, alegam que suas opiniões ou pontos de vistas foram completamente ignorados em projetos que tentaram se envolver em alguma empresa que já trabalharam. Além de terem recebido um supervisionamento excessivo.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se supervisionar superiores com tais atitudes suspeitas ou agressivas com algum funcionário. É imprecindível que toda empresa siga um código de ética, enfatizando que são contra qualquer tipo de assédio, para que assim os trabalhadores se sintam mais confortáveis em denunciar qualquer comportamento contrário ao código e que seja possível punir o abusador o demitindo. Também é importante oferecer psicologo aos trabalhadores, caso tenham sofrido algum terror psicológico anteriormente, para que se recuperem e voltem ao serviço com dignidade.