Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 27/07/2021

Em pleno século XXI, diante de tantas mudanças na sociedade e no meio corporativo, fala-se muito sobre tolerância, respeito, reciprocidade, gestão de pessoas, otimização de processos e pouco sobre o que realmente acontece nos bastidores, vida real e sem muita enrolação. O que o trabalho proporciona além do dinheiro, de todo tempo dedicado, será que todas as pessoas estão felizes e realizadas no que fazem? Eis a questão.

Segundo uma pesquisa realizada pela GEDAF em 2019, no Brasil, o assédio moral é muito sério, problema que pode afetar até metade da população de trabalhadores e geralmente as vitimas são em grande porcentagem, pessoas que se destacam por seu trabalho ou colaboradores novos a integrar as equipes.

Posteriormente, o mais preocupante, como as relações são afetadas por esse tipo de atitude, o stress, abalo na saúde mental e por vezes, física do trabalhador que passa a maior parte do seu tempo se dedicando ao trabalho, muitas vezes, para sobreviver ou prover o sustento do seu lar, tem como resultado pessoas desmotivadas, com problemas psicológicos e tudo isso atrapalha o rendimento no trabalho, em suas relações pessoais, fato interessante pois o agressor atinge essa linha para tentar justamente fazer com que a pessoa vire um robô de produção e acaba por piorar a situação e negligência a execução de todo o desenvolvimento de trabalho/função a ser exercida.

Portanto, para resolver esse impasse, medidas deverão ser tomadas junto ao Ministério do Trabalho para averiguação com maior veracidade e agilidade nos processos, para que essa iniciativa motive as pessoas a denunciar o agressor e não esperar tanto por um retorno judicial. Junto ao Superior Tribunal de Justiça que, por sua vez integrará para assegurar que medidas mais rígidas sejam implementadas e punições mais severas que façam com que o agressor pense por exemplo que depois fará falta em seu bolso, para procurar outro emprego e judicialmente a penalização também seja considerável e passível de mudanças dependendo do tipo de agressão