Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 10/08/2021
A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma situação no que concerna à questão do assédio moral no ambiente de trabalho. Nesse contexto, observa-se a consolidação de um grave problema, em virtude da base educacional lacunar e a o silenciamento social.
Sob esse viés, a base educacional lacunar caracteriza-se como um complexo dificultador. Para o filósofo Kant, o ser humano é resultado da educação que teve, logo, se há um problema social, há uma falha na educação. Nesse sentido, percebe-se que as escolas não tem cumprido com o seu papel no sentido de reverter os transtornos do assédio moral no ambiente de trabalho, assim, as instituições não estão trazendo as salas de aulas conteúdos que ajam na resolução desse impasse.
Ademais, outro empecilho encontrado é o silenciamento social. O filósofo Foucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Dessa forma, percebe-se uma lacuna, no que concerne à situação do assédio moral no ambiente de trabalho. Sob essa lógica, sem diálogo sério e massiva sobre esse contexto, sua solução torna-se mais difícil de ser alcançada.
É evidente, portanto, que medidas estratégicas sejam tomanda para mudar esse cenário. Sendo assim, é imprescíndivel que o Estado-principal promotor da harmonia social- promova, em parcerias com as escolas, “workshops”, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão as consequências negaticas dessas ações e as formas de combatê-las e ajudar as vitímas, com a finalidade de propor diferentes soluções em conjunto com os alunos. Dessa maneira, os cidadãos atuarão ativamente na mudança do cenário brasileiro atual.