Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 21/08/2021
Para o filósofo Thomas Hobbes, o homem é naturalmente mau e na busca por ser superior tende a entrar em conflito entre si. De maneira análoga, o assédio moral no trabalho acarreta problemas psicológicos e econômicos em suas vítimas, em conformidade com a teoria de Hobbes da qual o homem pisa o próprio homem.
Desta maneira, faz-se jus uma análise dessa conjuntura para evitar que esse cenário “distópico” venha a ocorrer. Em primeira análise, é importante destacar os danos psíquicos ocasionados pelo assédio moral em ambiente laboral, onde na maioria das vezes são permanentes, conforme estudo do site Jornal Contábil. Sendo assim, ao ser exposto a humilhação, o profissional se sente desmoralizado psicologicamente e pode vir a desenvolver transtornos como depressão e ansiedade, de forma a comprometer o rendimento e causar ainda mais prejuízos.
Portanto, é preciso combater essa prática ao máximo. Ademais, é imprescindível ressaltar o papel do assédio moral no trabalho com relação ao processo de afastamento profissional, que segundo dados também do site Jornal Contábil, é a opção mais votada pelas vítimas do assédio. Isto é, com toda a pressão desestabilizadora imposta, a rota de fuga mais eficiente encontrada pelas vítimas é a demissão, ação esta que contribui para o aumento dos níveis de desemprego e colabora em agravar ainda mais essa crise que o país enfrenta.
Desta forma, medidas de correção dessa problemática são necessárias. Em suma, para resolver essa problemática relacionada ao assédio moral laboral no Brasil, urge que o Congresso Nacional promova um maior combate ao mesmo, por meio de projetos de lei mais rígidos bem como campanhas de incentivo a denúncia, a fim de garantir que os abusadores sejam punidos de maneira a evitar que mais assédios ocorram e assim ter-se então uma sociedade trabalhadora mais harmônica.