Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 20/08/2021

Antes de tudo, é necessário entender o que é assédio moral. Segundo o dicionário Webstter, assédio moral é uma conduta abusiva, exarada por meio de palavras, comportamentos, atos, gestos, escritos que podem trazer danos à personalidade, à dignidade ou à integridade física ou psíquica de uma pessoa. Além de ser crime segundo a constituição brasileira.

Infelizmente, o assédio moral é muito realizado por chefes, gerentes e diretores de empresas no tratamento com seus subordinados. Isso ocorre, pois, na maioria das vezes, essas pessoas com cargos de chefia não tem uma inteligência moral desenvolvida, isso acarreta na falta de bom senso e, portanto, em atitudes mais agressivas, que, dependendo do tipo de pessoa, pode chegar a se comportar como uma “criança mimada” que nunca aprendeu a lidar com os problemas e, principalmente, com a rejeição.

Todavia, as feministas exageram, quando se trata de assédio moral no trabalho, na questão de perguntarem para a mulher se ela pretende ter filhos em uma entrevista de emprego, pois, fazer essa pergunta a uma mulher não tem nada haver com a questão de assédio moral, mas sim, com a preocupação da empresa, pois enquanto a mulher está de licença maternidade ela não pode ser demitida e tem que receber o salário durante todo o tempo de licença sem estar gerando lucros para a empresa, o que é horrível para um empresário.

Entretanto, o que é mais impressionante é o fato de que na Grécia antiga, antes dos filósofos destruírem a cultura grega, dizendo que os homens não deveriam saber quais filhos eram seus e quais não eram, pois era dito, principalmente, por Platão, um dos maiores filósofos helênicos da antiguidade, que se o homem não soubesse qual filho era seu, todos os homens cuidariam de todas as crianças, além da “suruba” estar liberada, destruindo, assim, o casamento patriarcal, sendo este o correto. O casamento patriarcal segue a seguinte lógica: as mulheres ficam em casa, e são responsáveis pelo andamento da casa e da família, um papel de extrema importância, e o pai é quem tem o dever de sair para trabalhar para sustentar toda a sua casa (sua mulher e seus filhos).

Portanto, para que este problema seja solucionado, o Governo Federal (sendo este o órgão de liderança do Brasil), deve contratar pessoas qualificadas para darem palestras em escolas, universidades e em praças públicas, para incentivar os casais a seguirem o estilo de casamento patriarcal e ensinar os líderes das empresas a terem uma conduta mais ética para com seus subordinados, para que não apenas as feministas parem de reclamar, como também para que o trabalhador seja mais bem tratado no seu ambiente de trabalho de forma que a sociedade possa evoluir e solucionar a questão do combate ao assédio moral no trabalho.