Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 22/08/2021
A obra literária “Cidadãos de Papel”, escrita pelo jornalista Gilberto Dimenstein, simboliza a cidadania atuante no Brasil frágil, como se fosse feita de papel, devido à ineficiência governamental que domina o contexto do país. Nesse viés, é fato que essa metáfora é uma realidade no que tange ao assedio no ambiente de trabalho, visto que os direitos dos cidadãos quanto ao meio trabalhista são frequentemente sucateados e permanecem apenas no papel. Dessa maneira, fica evidente que essa vicissitude advém da TESE. Logo, tanto a hierarquia de cargos quanto a falta de intervenções governamentais agravam essa situação e precisam de soluções plausíveis a fim de ser amenizada
Em primeiro plano é valido ressaltar que em um ambiente profissional, devem ser deixado de lado todas e quaisquer diferençãs interpessoais para um flúido profissionalismo, e que todos os funcionarios e gerentes recebam o mesmo respeito e obrigações, uma vez que a Constituição Federal de 1988 – norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro – assegura o bem-estar social e o direito ao cidadão.
Em segundo plano é viavel medidas internas como projetos, ou até mesmo um encontro de funcionarios para descontrair dos deveres e apaziguar a situação.
Logo é evidente o quão intenso é o problema do assedio moral. É necessária, portanto, uma ação do governo, que deve, por meio de medidas interventivas, como uma melhor jornada de trabalho, remuneração mais justa, e melhores oportunidades de emprego com o intuito de mudanças no cenario e, assim, que se chege em uma igualdade social.