Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 15/09/2021
A Constituição Federal brasileira prevê para todos os cidadões o respeito e a proteção à dignidade humana e a efetivação dos direitos fundamentais. Entretanto, na prática, essa garantia é deturpada, visto que o assédio moral no trabalho ainda é uma realidade na sociedade nacional. Desse modo, tal cenário ocorre pela sensação de impunidade sentido pelos praticantes, como também pelo preconceito insaturado na sociedade. A partir disso, verificamos a nessecidade de medidas para atuenar esse problema.
Diante de tal cenário, é válido ressaltar que os praticantes utilizam essa humihação hierárquica, mesmo sabendo que é uma forma violenta, para obterem benefícios próprios. Desse modo, de acordo com os estudos do sociológo Zygmunt Bayman, sobre a modernidade líquida, adjetivada como “zumbis” algumas instituições sociais que, embora mantenham suas estruturas de poder, já não cumprem mais suas funções . Em paralelo à isso, segundo os dados do G1, 84% dessas situações são práticados pelos chefs das vítumas, sendo assim, são omissas por medo de perder o emprego. Esse negacionismo acontece à medida que as leis trabalhistas são inexequíveis.
Outrossim, é notório que parte da sociedade , como mulheres e portadores de deficiência, é vista historicamente como inferior, esse preconceito enraizado potencializa o assédio moral. Por conseguinte os traumas psíquicos e emocioais , gerados pelo assédio moral, podem dar origem a sindrome de burnout que é um distubio emocional resultante de situações de trabalho desgastante. Por exemplo, o caso de Mari Ferrer, vítima de estrupo e sem proteção do poder judiciário, sofre consequências irreversíveis com o pavor do contato social . Entretanto, esses casos são ignorados pela sociedade.
Em face a tais informações, por tanto é licito concluir que é preciso adotar um paradigma responsável para atuenar esse problema. Assim, a mídia, como difusora de informações deve promover maior discussão do tema supracitado, por meio de ficções emgajadas e debates com sociólogos, para que se torne mais fácil a aquisição de conhecimento e reconhecimento de tais práticas pela população. Consiliamente , o MEC, juntalmente com as redes de ensino, devem desenvolver palestras para jovens e adultos, por meio de agregar educação às vítimas do problema, bem como especialistas no assunto; as palestras deveram ser divulgadas nas redes sociais, a fim de alcançar o maior número de interessados.
Somada essas medidas, os brasileiros terão seu direito garantido pela Constituição Federal como uma realidade próxima.