Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 25/08/2021

No filme “Cinderela”, mostra que o ser humano é naturalmente mau e na busca por ser superior tende a entrar em conflito entre si. De maneira análoga, o assédio moral no trabalho acarreta problemas psicológicos e econômicos em suas vítimas, em conformidade com a teoria de Hobbes da qual o homem pisa o próprio homem. Desta maneira, faz-se jus uma análise dessa conjuntura para evitar que esse cenário “distópico” venha a ocorrer.

Em primeira análise, é necessário elencar que o uso do medo como arma de controle é algo recorrente de um mal que seja capaz de desencadear destruição ou dor; à partir dessa afirmação, vê-se que muitos dos chefes o usam fazendo uma pressão psicológica nos trabalhadores, com o objetivo de que se sintam inferiores à pessoa no poder, que suas palavras e opiniões não sejam relevantes, minando assim a possibilidade deles prosperarem no futuro e subirem de cargo.

Na maioria dos casos as pessoas se sujeitam a situações ofensivas com medo da exoneração. Uma pesquisa do site BBC NEWS revelou que dos 4.975 profissionais de todas as regiões do país ouvidos no fim de maio, 52% disseram ter sido vítimas de assédio sexual ou moral. Outro aspecto desse número é o fato de 86% dos acometidos não terem pedido demissão ou mesmo denunciado. Provavelmente, o temor de ficar desempregado foi enfatizado nessas situações. Em resumo, a incerteza faz com que pessoas tomem medidas descabíveis aceitando determinados cenários que o prejudicam ferozmente.

Para que uma intervençao seja possível, é necessário que haja a associação entre o governo e as empresas fechando parcerias para facilitar a reinserção no mercado de trabalho por meio de contratos de empregabilidade em diversos cargos, levando em conta diferentes currículos e escolaridades, para a maior possibilidade de empregabilidade, a fim de que, o temor do desemprego não seja uma preocupação. Tendo uma melhora exponecial no ambiente de trabalho.