Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 25/08/2021

A constituição federal de 1988, prevê como um dos fudamentos da república, a dignidade da pessoa humana. Em seu artigo 6, qualifica como direito coletivo o trabalho, o lazer e a segurança. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o combate ao assédio moral no ambiente de trabalho no Brasil, dificultando deste modo, a universalização desse direito tão importante. Nesse contexto, percebe-se uma configuração de um greve problema de contornos expecíficos, em virtude da desigualdade social e da intolerância formada pela sociedade.

Segundo a professora Margarida Barreto, uma das pioneiras nos estudos sobre assédio moral no país, a impertinência ou violação de princípios acontece no local de trabalho, ao longo da jornada, de forma repetitiva contra o trabalhador, numa situação constrangedora por parte do superior hierárquico ou parte multilateral. Caracteriza-se por relações desumanas eticamente inadequadas, pois o outro não é considerado igual em direitos. prova disso, a desigualdade social no campo profissional, é frequentemente indentificado em grupos que já sofreram descriminação, tais como mulheres, homossexuais, negros etc. É evidente que a humilhação sofrida pela vítima causa danos não somente psicólogicos como também físicos.

Ademais, é fundamental apontar uma intolerância da sociedade brasileira nesta causa como inpulsionador desta prática no país. De acordo com os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) 35 por cento das pessoas que já passaram ou passam por essas situações, optam por omitir tal ato, pois, para eles tal pronunciamento dificultaria seus cargos. Portanto, 28 por cento alegam terem êmpatia por suas profissões e dos demais colegas, denúnciando tais atos de humilhação e xingamentos que inferem sua dignidade humana.

Destarte, medidas são necessárias para resolver os problemas discutidos. Isto posto, cabe à escola, forte ferramenta de formação de opinião, realizar rodas de conversa com os alunos sobre esta problemática, orientando-os de seus direitos e deveres como cidadãos, para que não sejam manipulados pela sociedade, ou que aceitem serem ofendidos ou desacatados em seus postos de serviço. Paralelamente, o ministério do trabalho, viabilize normas para combater essas injúrias em seu mercado, promovendo ficaslizações e pesquisas com funcionários em empresas, para que tudo se compactue com a lei e apoio aos trabalhadores que já passaram por tal ato, mostrando assim que todos são dignos de respeito e que não há diferença entre empregado e patrão diante da lei. Assim, se consolidará um país mais igualitário e melhor para as futuras gerações.