Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 31/08/2021
Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho) o assédio é um ato de repreensão, convite impertinente e contato forçado desde que humilhe, insulte ou intimide a vítima. Desse modo, apresentam-se dois pontos de vista em relação à questão abordada. De unfado, o assédio moral, do outro, o sexual. Através disso, as pessoas passam por momentos de opressão, medo e até mesma culpa pelas situações ocorridas.
É elementar abordar que o assédio moral é constante. Tal fato ocorre quando um individuo é oprimido diante de outro sendo maltratado, pressionado e obrigado a praticar ações contra a própria vontade. Prova disso é o assédio nos em ambientes de trabalho que, por conseguinte, gera danos psicológicos, apavoramento de perder o emprego e até mesmo culpa. Dessa forma, com medo de piorar a situação, muitas pessoas não denunciam os casos.
Outrossim, é preciso analisar a herança cultural. Tal fato se confirma, uma vez que, no período da Açucareiro do Brasil, os escravos eram abusados pelos senhores açucareiros para trabalhar cada vez mais, quase que sem folga e materiais necessário para a realização do trabalho. Desse modo, houve um enraizamento cultura de que é normal sobrecarregar e ter mal condição de trabalho por parte dos trabalhadores. Nessa ótica, evidencia-se, consoante o jornalista Gilberto Simstein, com o livro , Cidadão de Papel, afirma que o brasileiro é dotado de direitos na teoria, mas na prática não tem tais direitos. Dessa maneira, com a ausência de saber sobre essas leis, que é um direito do individuo, sofrerá os abusos morais no trabalho.
Fica claro, portanto, que há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem um ambiente harmônico. Destarte, o Ministério Público e a Justiça de Investigação Penal devem agir conforme proferido em leis e atuar com punições aos agressores, promovendo a justiça e segurança às vítimas. As instituições de ensino devem instituir palestras ministradas por psicólogos, que discutam a liberdade feminina de sair às ruas e o combate as atitudes machistas, a fim de que o tecido social se desprenda da cultura do silêncio diante de assuntos relevantes.