Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 14/09/2021

Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, os indivíduos são iguais em dignidade e direitos. No entanto, essa premissa não é vista na sociedade brasileira, uma vez que as pessoas são vítimas de assédio moral no trabalho, em virtude do egoísmo capitalista e a ineficiência do judiciário.

Nesse contexto, o egoísmo capitalista mostra-se como um dos desafios à resolução do problema. Machado de Assis, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, percebem-se aspectos semelhantes no que tange ao egoísmo dos patrões para com os funcionários causando transtornos psicológicos e constrangimentos.

Outrossim, nessa temática, é a ineficiência do judiciário. Aristóteles, indagou que a base da sociedade é a justiça. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade do judiciário no que tange a ineficiência, transmitindo uma mensagem que “tudo bem fazer assédio no trabalho, pois não haverá justiça”, se a justiça não faz o que deveria fazer então causa um desequilíbrio na sociedade o que resulta não só na impunidade, mas também o medo de denunciar e não ser ouvido.

Portanto, convém que, de modo urgente, medidas sejam tomadas para esse fim. Dessa forma, o Ministério do trabalho em parceria com o poder judiciário deve fiscalizar as empresas com o intuito de levantar informações dos funcionários sobre assédio moral que sofreu ou estejam sofrendo, com isso possibilitando fazer a denúncia e erradicar tais injustiça.