Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 20/09/2021

A partir do século XX o neoliberalismo é reforçado no mundo, e proporcionalmente o trabalho é desvalorizado, deixando evidente casos de assédio moral que é consequência da competição e desigualdade que comumente o próprio ambiente de trabalho proporciona. Sob tal perspectiva é imprescindível a mudança deste cenário em vista do desrespeito e afronta aos direitos humanos.

Em princípio, sobre o assédio moral no trabalho é importante destacar que diversamente tal ação tem seu sustento em raciocínios supérfluos de superioridade, de acordo com pesquisas da Sv 92% das mulheres sofreram ou sofrem com este problema no trabalho, o que ratifica a ação do assédio moral ocasionado pela desigualdade. Tal ação além de afetar individualmente de modo gradual afeta coletivamente, pois a partir desta exaustão gerada, prejudica o desempenho do trabalhador. Logo é substancial a alteração deste quadro a fim de combater o individualismo e preconceitos enraizados.

Ademais, o assédio moral atualmente é causado pela excessiva rivalidade imposta pelos empregos. Segundo Jigoro Kano “O judô deve existir para o benefício do homem e não o homem para o judô.” Seguindo este pensamento o instinto de competição em trabalhos poderiam ser um benefício porém ao ser executado em excesso acaba se tornando um prejuízo. Dessa forma o ambiente de trabalho se torna imprudente e instável, não sendo aconselhável residir.

Portanto, a fim de mitigar a problemática e garantir o bem estar mental e físico dos trabalhadores, é imperativo que o governo federal e empresas promovam campanhas de conscientização, por meios digitais e com palestras em setores de trabalho sobre as consequências individuais e futuramente coletivas com o excesso de competitividade, também se faz necessário o investimento em profissionais como psicólogos, a fim de auxiliarem no ambiente de trabalho, ademais o cidadão deve conscientizar-se e assim gradualmente tornar o trabalho um local justo e triunfante.