Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 11/10/2021
No conceito de Michel Foucalt, filósofo francês, afirma que há na sociedade repetição de comportamentos sem reflexão necessária acerca dessa prática, tal análise pode interpretar o assédio moral sofrido em empregos hodiernamente. Nessa perspectiva, percebe-se a dificuldade de combater a esse impasse, o que acaba influênciando diretamente no ambiente de trabalho. Diante disso, cabe avaliar as condições que favorecem essa situação bem como, fatores sociais, atrelado a negligências de politicas públicas em ofícios.
Em primeiro lugar, é fulcral pontuar que fatores sociais possuem domínio também sobre conexões pessoais no contexto atual, tendo em vista que a grande maioria de vítimas desse abuso são da camada mais pobre da sociedade. O que se é mostrado em filmes e séries é que cidadãos brasileiros de classe baixa sofrem repressão, onde essas pessoas são vistas como seres inferiores e com pouco aprendizado. Vê-se assim, um problema não só social, mas de exclusão intelectual e econômica.
Faz- se mister, ainda salientar a ineficiência de regras em ambiente de trabalho como impulsionador do problema. O teórico político Thomas Hobbes afirma que “Respeitar tratados e convênios não é questão de direito, é questão de conveniência". Partindo desse pressuposto, é possível afirmar que a discriminação e o assédio moral sofrido nesses locais, são absorvidos e cometidos de maneira errônea e desumana, promovendo atritos atualmente.
Infere-se portanto, que ainda há bloqueios para garantir o bom funcionamento da sociedade. É necessário que o Ministério da Justiça, elabore leis de pena para indivíduos que pratiquem impertinências em locais de serviços (seja empresas privadas ou públicas). Além disso, é preciso que a mídia contribua de forma positiva, repercurtindo casos de intolerância em canais de comunicação com o intuito de conscientizar danos psicológicos sofridos. Tais ações irão contribuir para o crescimento da pátria e uma comunidade mais ciente de seus atos.