Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 13/11/2021

O longa cinematográfico “Harry Potter e a Ordem da Fênix”, uma diretora de Hogwarts, Dolores Joana Umbridge, negligencia e interfere as aulas e os docentes em período letivo, ou seja, exterioriza o sentimento de superioridade. Evidentemente, esse óbice está implemeteado na realidade brasileira e promove psicopatologias nos assalariados. Assim, o combate ao assédio moral no trabalho é posposto, em decorrência tanto do sistema capitalista quanto do excesso de trabalho.

A princípio, a necessidade de possuir capital financeira na atualidade é proeminente. Em concordância com o sociólogo Karl Marx, “a desvalorização do mundo humano aumenta em proporção direta com a valorização do mundo das coisas”, isto é, o bem-estar do proletariado é menosprezado e visam a mais-valia. Dessa maneira, o empregador impõe cargas horárias elevadas e resulta na desestabilização mental do indivíduo que necessita da fonte de renda.

Ademais, exercer atividades trabalhistas dentro das residências tornou-se desgante. Conforme a produtora financeira de uma multinacional Fernanda Monteiro, “A rotina de acordar e dormir dentro do trabalho é exaustiva, excedia o horário de trabalho devido a necessidade de entregar planilhas para minha supervisora”.  Assim, o exagero das tarefas geram desgate da sanidade mental, visto que, há a necessidade da moderação em quaisquer âmbitos.

Por conseguinte, faz-se necessário que o Estado tome providências para atenuação da impertinência moral com o funcionário. Logo, é mister que o Ministério do Trabalho e Previdência efetive as cautelas com a saúde do funcionário, por meio de investimentos em planos de saúde e a regulamentação do horário apropriado. A fim de, propiciar condições trabalhistas dignas para os indivíduos, visto que, os superiores oprimem os trabalhadores visando os lucros. Constituindo jornadas trabalhistas mais honesto.