Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 21/10/2021
A Organização Mundial da Saúde, define a palavra “saúde” como um completo bem-estar físico, social e mental. Entretanto, tal significação não se reflete na prática quando se observa os assédios morais nos trabalhos, existentes na sociedade brasileira. Diante disso, há dois fatores que não podem ser negligenciados: a falta de empatia entre os funcionários e os danos causados à saúde mental das vítimas.
Em uma primeira análise, cabe ressaltar que a falta de empatia entre os funcionários é um impulsionador do problema. Nesse sentido, segundo a Antropologia, a boa relação entre as pessoas que convivem em um mesmo espaço físico é necessária para combater os assédios morais. Em contrapartida, na atual conjuntura brasileira, não se observa tal premissa. Desse modo, a relação mútua de afeto entre os trabalhadores é um meio de se combater essa problemática.
Diante desse cenário, é fato que com o aumento dos casos de assédio moral no trabalho, houve, paralelamente, crescentes danos à saúde mental das vítimas. A respeito disso, segundo a Psiquiatria, um bom comportamento ético é fundamental para um bom andamento da saúde mental. Entretanto, tal afirmação não se observa com clareza na prática. Diante disso, é evidente que com atitudes éticas, tais danos psicológicos podem ser amenizados.
Conclui-se, portanto, a necessidade de se combater essa problemática. Com isso, o Estado, por meio de campanhas, deve realizar debates sobre princípios éticos e morais que devem ser seguidos nas relações de trabalho, com a finalidade de diminuir os casos de assédio moral nas empresas. Desse modo, em médio a longo prazo, o atual contexto antropológico brasileiro atingirá a definição de saúde dada pela OMS.