Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 25/10/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manunteção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cénario brasileiro atual, observa-se justamente o contrário quanto à questão do combate ao assédio moral no trabalho. Diante dessa pespectiva, percebe-se um grave problema em virtude da base educacional lacunar e também do silenciamento que tem permitido o crescimento de tal problema.

Deve-se pontuar, de início, que a base educacional lacunar tem se tornado um impasse a ser solucionado. Segundo Immanuel Kant, o ser humano é resuldado da educação que teve. Nesse contexto, vê-se que a educação é refletida no dia a dia, principalmente, dentro de grandes empresas, no mercado de trabalho, ela tem apresentado falhas quando revelada com intuito, apenas, social e financeiro, menosprezando seus ensinos e seus valores, deixando crescer o ego de “superioridade” disfarçado de moral e, por conta disso, acaba por exigir e humilhar os seus funcionarios que não correspondem à  conduta da empresa, tornando essa prática um caos dentro do trabalho.

Além disso, nota-se um silenciamento que tem proporcionado o aumento dessa conduta no cenário social, logo, a população sem o devido conhecimento, não consegue mudar a situação que encontra-se inserida. De acordo com Foucault, filósofo francês, defende que na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, verifica-se o quanto a falta de conversa em torno do combate ao assédio moral no trabalho tem prejudicado o povo, um vez que, sem diálogo sério e massivo, sobre seus direitos, é impedido de inverter esse quadro.

Convém, portanto, que, de modo urgente, medidas sejam tomadas a respeito do combate ao assédio moral no trabalho. Em razão disso o Governo Federal, agente máximo da população, em parceria com as escolas, deve criar medidas de informação que alcance a todos na sociedade para que este assunto seja tratado, por meio de campanhas nas redes sociais e também na mídia, para que haja mais engajamento, alertando a todos sobre os seus direitos quando colocados em situações abusivas dentro de seus respectivos trabalhos, e as escolas podem ajudar nos acompanhamento pedagógico ensinando, do menor ao maior, com palestras e dinâmicas que os façam refletir os seus julgamentos, a fim de que, a empatia seja predominante no convívio  dentro do cenário social.