Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 13/11/2021
No livro “Utopia” de Thomas More é exposto um ambiente perfeito, no qual a consciência coletiva e eficiência do Estado são ferramentas cruciais para o avanço da nação. Fora da obra, é fato que o assédio moral apresenta um obstáculo para a comunidade alienada e inerte como a brasileira. Nesse sentido, em virtude da falta de lei que penaliza esse tipo de humilhação, os problemas psicológico é intensificada e agravado.
De início, é válido reconhecer como a impertinência é uma ocorrência de séculos. Isso porque, é uma consequência direta do período de escravidão vivenciado no Brasil, visto que com essa cultura a sociedade passa a interpretar os abusos, cobranças excessivas, humilhações como algo natural, resultando o assédio moral um Fato Social de acordo com Durkein. Desse modo, mesmo tendo na Constituição Federal um artigo, no qual garante um ambiente equilibrado para se ter uma qualidade de vida, a falta de uma lei que penaliza o agressor não diminui os índices de perseguição no local do trabalho.
Sob esse viés, os problemas psicológico são resultados diretos dos assédios morais. De acordo com o Ministério Público do Trabalho, 61,5% dos afastamentos nos ambientes de trabalho são devidos as impertinência sofridas pelos trabalhadores. Nesse sentido, os cidadãos passam a agirem de forma com indiferença em meio as situações que deveriam dar atenção, conforme a “Atividade Blasé” proposto pelo sociólogo Simmel.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para combater o assédio moral no trabalho. O Governo deve aprovar uma lei para penalizar o assédios sofridos pelos trabalhadores com intuito de garantir um local equilibrado para o convívio social, garantido pela Constituição Brasileira. Somente assim, o Brasil viverá em um ambiente perfeito, segundo o livro “Utopia” de Thomas More.