Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 18/11/2021

Adversidades como assédio no trabalho são vistas com frequência no cenário brasileiro. Nesse contexto, no filme “O Diabo Veste Prada” também é possível evidenciar esse contexto. Nele, a protagonista sofre cenas de caráter impetuoso, como visto, fora da ficção, contra determinados funcionários em certas aréas trabalhistas no Brasil. Nesse sentido, o assédio moral,  que, a exposição de pessoas a situações de feitio humilhante e constrangedor dentro de seus ambientes de trabalho, ocorre devido o desrespeito contra os trabalhadores e, também, pela grandeza de superioridade de certos patrões e funcionários de cargos maiores. Logo, é evidenciada a necessidade de se mitigar essa problemática.

Primariamente, há empresas que transformam seus funcionários em subordinados quaisquer. Sob essa ótica, o artigo 5 da Constituição Federal - promulgada em 1988 - garante que todos os cidadãos são iguais perantes a lei, ou seja, sem distinção de qualquer natureza e insubordinação imprópria. No entanto, nas empresas e comércios nacionais, essa contextualização não é bem de fato aceita, visto as constantes humilhações que os funcionários sofrem. Essas humilhações tem por caráter: denigrir, ofender e rebaixar o indíviduo de forma a faze-lo se sentir inferior ao opressor e ao seu campo trabalhista. Dessa forma, conforme a frequência das ofensas, o funcionário pode vir a sofrer sérios danos psicólogicos.

Ademais, de acordo com a teoria da justiça, de John Rawls - professsor de filosofia política - a diferença de riqueza só é justa na medida em que beneficie os menos favoráveis. Nesse sentido, muitos chefes e superiores, por estarem em cargos acima, se sentem no direito de ofender seus empregados. Isso, de fato mostra o quanto o homem é repulsivo, de acordo com o contexto em que vive. Desse modo,  é preciso que o Estado se oponha quanto a isso, para benefício dos trabalhadores do país.

Portanto, medidas são necessárias para combater o assédio moral no trabalho. Para isso, faz-se imprescíndivel que o Estado - principal promotor da harmonia social - mostre seu apoio para com os trabalhadores oprimidos. Isso pode ser feito por meio de campanhas de gênero publicitário que enfatizem a importância do bem-estar no trabalho e opções de ajuda caso algum trabalhador esteja sofrendo algum tipo de assédio no campo trabalhista, a fim de tornar melhor o trabalho dos cidadãos do país. Paralelamente, cabe a mídia - instrumento de ampla abrangência - enfatizar a responsabilidade das empresas com seus funcionários e a justiça que garante a segurança do trabalhador, para que assim, a sociedade possa caminhar para um lugar mais justo e harmonioso para todos.