Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 21/11/2021
No conto “O Sonho de um Homem Ridículo”, de Destoiévski, apresenta-se a história de um narrador que sonha com uma sociedade perfeita, a qual é marcada pela ausência de mazelas sociais. Fora da ficção, a nação brasileira destoa do enredo supracitado, uma vez que o combate é um empecilho a ser superado. Dessa maneira, é necessário medidas para superar esse impasse, o qual tem como causas exclusão do funcionário e diminuir seu subordinado.
De início, a sociedade tem papel determinante na permanecia do impasse em meio à nação. Nesse contexto, a escritora Marina Colasante, em sua crônica “Eu sei, mas não devia”, elucia acerca de como as pessoas banalizam os problemas sociais. De maneira análoga, na realidade nacional, essa tese pode ser exemplificada com disparidade de oportunidades perdidas, o que resulta em vagas abertas. Desse modo, como consequência da apatia coletiva diante da problemática, o óbice permanece presente no País.
Ademais, é perceptível a influência da mídia no tocante ao combate. Nesse sentido, a Escola de Frankfurt criou a expressão “Indústria Cultural”, a qual diz respeito à massificação da sociedade, mediante conteúdos mediáticos empobrecidos, para criar um corpo social alienado. Nessa perspectiva, tal premissa filosófica, se constata na sociedade brasileira ao se analisar a sobrecarga de trabalho, o que acarreta o estresse. Diante disso, os meios de comunicação tem papel determinante na persistência do impasse no Brasil.
Destarte, torna-se indiscutível a tomada de medidas para solucionar a questão do combate no País. Para isso, cabe ao Ministério do trabalho, mediante de inserção de fiscais, observar; pois através de uma investigação. Paralelamente, o poder Executivo deve trabalhar no psicológico dos funcionários por meio de profissionais. Tudo isso com o intuito de acabar o assédio no ambiente de trabalho. Por fim, com essas medidas, a Nação se aproximará da sociedade da obra citada inicialmente.