Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 19/06/2022
O assédio moral no trabalho existe tanto para os homens como para as mulheres, porém as estatísticas pesam bem mais para o lado feminino. Segundo a organização mundial de trabalho, cerca de 52% das mulheres sofrem ou já sofreram assédio moral em seu ambiente de serviço, mostrando assim uma consequência influenciada pelos valores históricos culturais e a hierarquia das profissões.
A princípio, encontramos uma alta parcela do assédio moral submetida ao ambiente feminino como produto de uma sociedade dominada pelos valores históricos culturais, onde nessa visão as mulheres sempre serão inferiores aos homens e devem ser “submissas” a eles. Como acontece no filme “legalmente loira” onde a protagonista Elle Woods é submetida a situações de constante humilhação e assédio moral, em seu local de trabalho sendo considerada incapaz e burra por causa do seu estilo e do seu cabelo loiro.
Além disso, é imprescidível destacar que a hierarquia das posições também influencia para à constância do assédio moral no ambiente de trabalho onde garis, faxineiras, motoristas e demais são menosprezados por uma imagem criada pela própria sociedade, onde eles são ditos inferiores a profissões como a de médico e advogado. Desse modo, as pessoas que sofrem esse assédio moral e humilhação sempre saem mais prejudicadas com a aparição de vários problemas, como por exemplo: crise de pânico, depressão, ansiedade e entre outros, e podendo também haver agravamento de doenças já existente.
Logo, é fundamental buscar alternativas que combatam as causas do assédio moral. Desta forma, é dever do Ministério do trabalho por meio da mídia divulgar informações sobre o assédio moral, assim como a criação de canais de denúncias anônima para que os grupos de trabalhadores que sofram essa perseguição reconheçam e denunciem. Ademais, o Ministério da Saúde também pode criar uma parceria com o Ministério do trabalho para disponibilizar consultas psicológicas grátis para esses funcionários afetados.