Combate ao assédio moral no trabalho
Enviada em 08/11/2022
Na séria norte-americana “2 Broke Girls, retrata de forma ironica com a garçonete Max Black é constante assediada pelo seu colega de trabalho Oleg.Desse modo,fora da ficção não é diferente,uma vez que mulheres sofrem regularmente de assedio moral no ambiente de trabalho,em virtude da negligência do Estado e da minimização do ato.Nesse sentido,faz-se imperiosa análise dessa conjuntura,com o intuito de mitigar esse entrave social.
Nesse sentido,é relevante abordar,a princípio,que o assédio moral no trabalho está associado a ineficácia das entidades governamentais em garantir os direitos da população e punir os criminosos.Dessa forma,a Constituição Federal de 1988,documento mais importante do país,prevê,em seu art.6, a dignidade e segurança como um direito inerente a todo cidadão.Entretanto,essa não é a realidade,visto que o assédio moral ainda é uma realidade no Brasil,devido,sobretudo na má execucão efetiva das leis, o que consequentemente dá margem para o assédio sem punição.Portanto,fica evidente a inutilidade da máquina administrativa brasileira na resolução desse impasse.
Paralelo a isso,vale salientar a questão da minimização dos atos de assédio.Dessa forma,segundo pesquisas realizadas pela Organização Mundial do Trabalho(OMT),mais de 50% das mulheres,em todo mundo, já sofreram assédio no trabalho e apenas 1% denunciaram.Sob essa perspectiva, a tendência da sociedade é de minimizar e culpalizar a vitima ,o que dificulta ainda mais as denúncia e cria brechas para os assediadores continuarem sem nenhuma consequência.Logo,é essecial encontre caminhos para combater esse impasse.
Depreende-se,portanto,a necessidade de alterar esse quadro,Sendo assim,o governo federal- órgão responsável pela administração pública -deve execultar as leis de maneira efetiva,por meio da criação de uma rede de canal segura para denúncias,com apoio psicologico e financeiropara a vítimas.Espera-se,com isso,diminuir a incidência desse fenômeno no tecido social brasileiro.