Combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo
Enviada em 11/04/2026
No filme “Extraordinário” evidencia-se o preconceito sofrido por um menino com deficiência física. Fora da ficção, essa reflexão diálogo com o tema do combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo, uma vez que essa exclusão é feita pela sociedade. Nesse cenário torna-se necessário discutir essa questão, pois ela é agravada tanto pela insuficiência de medidas educacionais e institucionais, quanto pela falta de inclusão.
Em primeira análise, a insuficiência de medidas educacionais institucionais, constitui um fator decisivo para a perpetuação do preconceito contra as pessoas com nanismo. Sobre essa perspectiva o filósofo Voltaire afirma que o “preconceito é opinião sem conhecimento” fato que caracteriza a violência simbólica. No contexto brasileiro isso se manifesta quando a sociedade discrimina um indivíduo pela condição física. Como é exemplo o uso de termos pejorativos, utilizando a palavra “anão” como ofensa. Dessa forma, fica evidente que a falta de ensinamento ético, prejudica a sociedade.
Ademais, a falta de inclusão também intensifica a problemática em discussão. Nesse sentido o filme “Procurando Nemo” mostra a superação de barreiros físicas e o acolhimento da diferença. Entretanto no Brasil observa-se que a realidade brasileira é diferente sendo um local de preconceito. Isso pode ser percebido em infantilização das pessoas com nanismo. Assim, dificutando a paz na população.
Portanto, é imprescindível combater o preconceito contra as pessoas com nanismo. Para isso, a sociedade brasileira deve ter empatia com os cidadãos, por meio ensinamentos públicos, como palestras, a fim de acabar com essa discriminação. Além disso, o Governo Federal pode criar leis, mediante a justiça desse preconceito. Desse modo, será possível combater essa diferença, para tornar a sociedade um lugar mais seguro.