Combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo
Enviada em 22/08/2024
Diariamente, pessoas com nanismo têm que lidar com desafios como falta de acessibilidade e exclusão, já que os locais de convívio comum raramente contam com adaptações. Esse transtorno causado pela deficiência no crescimento tem a acondroplasia como o seu tipo mais comum. Ademais, o preconceito a pessoas com nanismo se destaca desde as eras remotas e até na mídia televisiva que é algo a ser debatido.
Segundo o escritor norte-americano Marcos Fulk, “o nanismo sempre foi tratado de maneira pejorativa na grande mídia que infantiliza a doença”. Nesse viés, desde monstrinho a anão são relatados a pessoas com nanismo que de maneira pejorativamente preconceituosa são tratadas. Além disso, canais de televisão a condição de baixa estatura termina por ser infantilizado podendo causar depressão.
Paralelamente, o impacto a saúde também é sério. Nessa perspectiva, segundo uma pesquisa levantada pela Lifetime Impact Study for Achondroplasia (LISA), realizada no Brasil, na Argentina e na Colômbia mostrou que 73% das pessoas com nanismo já sofreram algum preconceito devido ao seu tamanho. Isso é muito comum só basta lembrar o vídeo viralizado do garoto australiano Quaden Bayles chorando por causa de bullying.
Destarte, para resolver essa problemática de preconceito, cabe às mídias televisivas tratar o nanismo como uma doença e não de maneira pejorativa, bem como colocar representantes de pessoas com nanismo sendo protagonistas na Tv, tal como novelas e em reportagens com o fito de extinguir o preconceito.