Combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo
Enviada em 24/08/2024
“As grandes conquistas da humanidade foram obtidas conversando, e as grandes falhas pela falta de diálogo”. Observa-se na frase de Stephen Hawking, físico teórico britânico, que as falhas persistentes no que tange o combate ao preconceito contra pessoas com nanismo é recorrente pela falta de diálogo no corpo social moderno. Além disso, percebe-se que a comuntura é motivada pela omissão estatal e também pela banalização social, impasses esses no aspecto contemporâneo da Federação.
Sob esse viés, é imprescindível analisar que a persistência da problemática deve-se, principalmente, à omissão estatal do Estado, uma vez que esse não executa, o direito à igualdade e não discriminação estabelecido na Constituição Federal, promulgada em 1988. À vista disso, pela falta de políticas públicas eficazes, como fortalecimento da legislação anti-discriminação, para solucionar o imbróglio, resultado em a falta de inclusão das pessoas com nanismo. Desse modo, o demaseio do Estado cria barreiras que impedem debates ativos para mudar a situação do preconceito do nanismo no Brasil.
Outrossim, além do problema estar inserido em um meio social que prioriza o lucro, o que reforça a inexistência de nas relações pessoais altamente capitalista o imbróglio é, ainda, motivado pela banalização social, porque frequentemente se manifesta através de piadas ou estereótipos que reforçam a visão negativa. Nessa perspectiva, tal problema persiste em virtude do individualismo consumista inerente do século XXI, impossibilitando diálogos ativos entre os indivíduos. Logo, a intermediação dessas questões com ênfase em princípios normativos.
Portanto, são necessárias alternativas para amenizar essa problemática. Nesse contexto, o Ministério da Cidadania deve promover em escolas e instituições de ensino políticas públicas, como campanhas de sensibilização e programas educacionais. Essa alternativa, especialmente será feita a partir de verbas da União proveniente, com destinação de aumentar a conscientização e combater estereótipos. Assim, a questão do preconceito do nanismo no Brasil será intermediada no século XXI, o diálogo social restabelecidos.