Combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo
Enviada em 28/08/2024
O ativista e advogado indiano Mahatma Gandhi afirma que " a verdadeira medida de qualquer sociedade pode ser encontrada na forma que ela trata seus membros mais vulneráveis". Analogamente com a contemporaneidade, é possível destacar o preconceito instaurado contra pessoas portadoras de nanismo. Desse modo, é fundamental uma postura para solucionar a exclusão dessas pessoas e a falta de acessibilidade nos meios públicos, que impacta as gerações da sociedade verde-amarela.
Imediatamente, ao analisar historicamente, depreende-se que a exclusão de pessoas com nanismo é enraizada há décadas e começa desde a infância. Essa barreira é apresentada nas escolas entre colegas, incluindo agressão verbal e física nos casos mais extremos, ocasionando diversos problemas psicológicos na vítima como ansiedade, depressão, fobia social e crise do pânico. Na fase adulta, essas pessoas com necessidades especiais muitas vezes não são levadas a sério, sendo tratadas como crianças devido a baixa estatura. Um exemplo se encontra na taxa de desemprego de 10,3% de acordo com o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que salienta mais uma vez a intolerância para com esse grupo social.
Ademais, é importante ressaltar que a falta de acessibilidade para essas pessoas não existe ou, são restritas, o que os força a utilizar de outros tipos de acessibilidade, como rampas para os cadeirantes mas, muitas vezes não possuem todas as suas necessidades supridas no meio público, como móveis, degraus cadeiras e calçadas muito altas dificultando seu acesso por isso, a lei 3298/99 para pessoas com nanismo é deturpada pois, não assegura a esses indivíduos a acessibilidade necessária.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. A fim de garantir a moralidade e o respeito para pessoas com nanismo e outras deficiências, o Ministério da Educação (órgão responsável por garantir ao cidadão brasileiro educação pública de qualidade) e as escolas, devem fazer uma parceria, capacitando os professores a ensinarem o respeito da diferença com qualquer indivíduo através de aulas criativas como teatro, música e palestras que reforcem a diversidade. Somente assim, o Brasil se tornará um país mais justo e igualitário.