Combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo
Enviada em 08/10/2024
A constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia no sistema júridico brasileiro - assegura a todos igualdade e trabalho remunerado. Entretanto, nota-se que tal prerrogativa não tem se reverberado na prática, visto que ainda há descri-
minação contra cidadãos com nanismo, é notório que esse direito não é garantido. Portanto faz-se necessaria a analise dos principais fatores que contribuem para esse triste cenario: a intolerância e o descaso estatal.
Em primeira análise, é importante destacar que as pessoas com essa deficiência ocupam uma posição subjugada na sociedade brasileira. A partir desse contexto, após anos de inferiorização, os portadores de nanismo conquistaram diversos direitos, como direitos a benefícios de prestação continuada e a medicamos gratuitos. Toda via, mesmo com essas conquistas, ainda é notável que existe uma intolerância estrutural na sociedade, já que, segundo a CNNBRASIL, sujeitos com nanismo lutam contra a falta de acesso, visto que no cotidiano comum dificilmente encontram locais adaptados. Nesse sentido, o desafio contra intolerância é ignora-
do por grande parte das pessoas.
Ademais, é imperioso ressaltar que o preconceito resultam, em alguns casos, na falta de empregos, o que contraria a Constituição. De acordo com o filosofo Nicolau Maquiagem, o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, deixando em segundo plano o busca pelo bem comum. Assim, é vidente que o Estado não se preocupa com os direitos dos cidadãos com nanismo, o que reflete na ausência de políticas públicas que assegurem sua dignidade. Dessa forma, encontram desamparados, ao mesmo tempo, pela sociedade e o governo.
Portanto, é necessario promever ações concretas, as quais alterem o quadro de preconceito realizado pela população. Logo, cabe as emissoras de TV, as quais são grandes formadoras de opnião da sociedade, realizar campanhas sobre a impor-
tância de lutar contra a intolerância , por meio de anúncio publicitários, a fim de descostruir ideias de subjugação e conscientizar a população. Além disso, o Governo Federal deve fiscalizar as relações de trabalho para garantir a dignidade dos cidadãos com nanismo.