Combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo
Enviada em 27/03/2025
A Constituição Federal de 1988, garante que todos são iguais perante a lei. No entanto, o difícil combate ao preconceito contra pessoas com nanismo, demonstra um grande descompasso entre a realidade e a garantia legal. Esse cenário é fruto da negligência estatal e do preconceito enraizado na sociedade.
Em primeira análise, a omissão do governamental contribui para a perpetuação da problemática. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, é dever do Estado garantir o bem-estar da população. No entanto, a ausência de campanhas políticas que promovam respeito e incentivem a inclusão de pessoas com nanismo reforça a discriminação na sociedade. Dessa forma, é necessário mudar essa postura estatal.
Ademais,o preconceito enraizado na sociedade representa um grande obstáculo para sua erradicação. Conforme afirmou o cientista Albert Einstein,’’ é mais facíl destruir um átomo do que um preconceito enraizado’’. Desse modo, a resistência cultural dificulta a criação de uma sociedade verdadeiramente igualitária, o que torna imprencindível a implementação de medidas educativas e conscientizadoras.
Portanto, ações exequíveis são essências para a mitigação do preconceito contra as pessoas com nanismo. Para isso, é preciso que o Tribunal de Contas da União destine capital que, por intermédio do Ministério da Cidadania, será revertido em campanhas de consientização, com propagandas nas grandes mídias, e propostas de inclusão, com a ampliação da Lei de cotas e investimento na acessibilidade dos espaços públicos. Além disso, o Ministério da Educação aliado as escolas deve promover rodas de debate e palestras educativas com o intuito de levar conhecimento aos jovens e quebrar os preconceitos enraizados na sociedade. Assim, espera-se, em médio e longo prazo, a mitigação do problema.