Combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo

Enviada em 19/04/2025

Na Idade Média era comum que pessoas com nanismo, fossem utilizadas como entretendimento. A prática de “arremesso de anões”, era vista como um espetáculo comum, nessa época. Partindo dessa premisssa, podemos ressaltar que as pessoas com nanismo são vistas como objetos de entretenimento, sendo subjugados em seus direitos e deveres. Afirmando a existência do preconceito, este deve ser combatido por meio dos mecanismos legais e culturais existentes, tal como a aplicação do Estatuto da Pessoa com Deficiência e seus institutos.

As pessoas com nanismo, ao longo da história, foram subjulgadas como objetos de diversão, prática que ainda perdura nos tempos de hoje. Atualmente, vemos em programas de televisão, “pod-casts”, entre outros espetáculos, nos quais as pessoas com nanismo são vistas fazendo papeis de comédia, voltado apenas à diversão. Essa imagem, contruída erroneamente, reafirma o preconceito e fortalece esteriótipos medievos que devem ser erradicados do comportamento e visão da sociedade brasileira.

Como instrumento de combate à discriminação, pode-se citar o Estatuto da Pessoa com Deficiênciao qual veio para afirmarque todas as pessoas que, por barreira transitória ou permanente não puderem exprimir sua vontade, serão consideradas relativamente incapazes. Tais medidas vêm a empoderar as pessoas com nanismo a fim de que essas possam gozar de suas prerrogativas legais, sem depender de outras pessoas apenas com virtude de sua deficiência.

Concluo, portanto, que o preconceito contra pessoas com nanismo é um problema patente no Brasil. Conforme dito pelo físico teórico Albert Einstein: “é mais fácil erradicar um atomo do que acabar com o preconceito”. Acredito que a aplicação das sanções legais previstas no Estatuto da Pessoa com Deficiência, bem como a realização de campanhas coordenadas com os Governos de âmbito federal, estadual e municipal, mitigarão a discriminação sofrida por essas pessoas. Por fim, é de rigor que haja uma mudança na visão das pessoas anãs, notadamente na retratação dos programas de entretenimento a fim de que possam ser vistas sob um prisma multilateral de comportamentos e ideias.