Combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo

Enviada em 06/08/2025

Mediante a constituição brasileira de 1988, os direitos humanos são universais e fundamentais, assegurando a dignidade da pessoa e igualdade entre todos perante a lei, contudo, o preconceito é um estigma recorrente aos indivíduos com nanismo, dado a grande exclusão social e a desinformação popular, os portadores da deficiência não usufruem desses direitos, na prática. Com efeito, cabe mediação para combater os desafios relacionados a causa, visando maior qualidade de vida.

Deve-se salientar que atitudes inclusivas devem ser instituídas no início da formação pessoal, em escolas e creches, mas, acima disso, na educação em casa, consolidando a igualdade entre todos e estabelecendo uma convivência justa e sem preconceitos. Logo, a integração social das pessoas de maneira igualitária é fundamental no combate desse desafio. De modo que, atividades de cooperação, imersão sobre temáticas a respeito da deficiência e a valorização da capacidade funcional dos indivíduos, são maneiras benéficas de tratar preceitos negativos criados por meio do desconhecimento, que leva a exclusão social e a dificultar o desenvolvimento dos mesmos em áreas distintas.

Em conjunto, pode-se propor que a ignorância populacional acerca de pessoas PcD e sobre os efeitos que a disformidade ocasiona, leva a falsas crenças que geram estranhamento descabido entre outros. Diante disso, cabe ao governo e suas instituições, coligadas, impor práticas de fundamentação para universalizar conhecimentos acerca do nanismo e propor medidas para amenizar as dificuldades de pessoas de baixa estatura, tornando as oportunidades equânimes à todos, como no ambiente profissional -em que há grande deservalorização e descapacitação por portarem limitações físicas- em acordo com a constituição cidadã de 1988.

Em conformidade, vale intervenção governamental, por parte das instituições, em especial, educadoras, com medidas de cooperação e instrução sobre a deficiência, aumentando o conhecimento popular e reduzindo estigmas incompreendidos sobre o tema, por meio de campanhas, ministrações, pesquisas, regulamentações e atividades sócio-educativas com a finalidade de criar ambientes imparciais e equitativos para atuação social conjunta e livre de preconceitos.