Como a inovação tecnológica pode impulsionar o acesso à energia limpa, confiável, sustentável e renovável para as populações vulneráveis

Enviada em 05/11/2025

Com a Globalização, o avanço da tecnologia impulsionou uma melhoria na qualidade de vida da sociedade e destacou a importância da sustentabilidade em âmbito internacional. Porém, não ocorre desta maneira no Brasil, visto que ainda persiste um descaso governamental em relação as populações vulneráveis, as quais não possuem acesso a essas inovações. Por isso, é notório os impactos gerados pela falta desses mecanismos, enfatizando a necessidade de solução.

Nesse sentido, evidencia-se a omissão estatal presente no cenário nacional. Se-

gundo o fundador da Apple Steve Jobs, ‘‘A tecnologia move o mundo’’, logo percebe-se a necessidade de investir nesse recurso, sobretudo para garantir a disponibilidade das fontes energéticas sustentáveis. Dessa forma, ressalta-se que, ao alcançar esse objetivo, o país apresentará avanços significativos, sendo necessário uma resolução em urgência.

Outrossim, é perceptível as consequências advindas da ausência de tecnologia para os grupos de risco. Desse modo, o filósofo Pierre Bourdieu apresenta o conceito de ‘‘Disparidade de capital cultural’’, no qual explicita que o não acesso a instrumentos culturais, como a tecnologia, dificulta a aquisição de vantagens soci- ais e educacionais, as quais contribuem para a sequência das desigualdades. Sob essa perspectiva, por não disporem de recursos tecnológicos adequados, os grupos desfavorecidos acabam excluídos dos avanços sustentáveis da nação, ficando em situações de risco, limitando suas oportunidades na educação, saúde e infraestrutura. Ademais, medidas são necessárias para a problemática.

Portanto, é imprescindível citar que tais adversidades carecem de alternativas eficazes. Assim, o Governo Federal, aliado ao (MCTI) Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e ao (MMA) Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, deve ampliar os investimentos em ferramentas científicas por meio do redirecionamento de impostos e orçamento público, priorizando a energia limpa, como projetos de energia solar e eólica. Além disso, tem de criar programas de energia comunitária e campanhas de conscientização para atingir as pessoas marginalizadas. Sendo assim, espera-se que, no futuro, o país alcance uma matriz energética mais limpa, inclusiva e sustentável.