Como a inovação tecnológica pode impulsionar o acesso à energia limpa, confiável, sustentável e renovável para as populações vulneráveis

Enviada em 27/07/2025

Ao mencionar o século XXI, automaticamente, associa-se este tema a tecnologia e a sua inovação. Todavia, o acesso à energia limpa e renovável é limitado para as populações mais vulneráveis. Dessa forma, paises que têm menor investimento tecnológico, consequentemente, têm difícil aproximação com energia limpa, confiável, sustentável e renovável.

Em face da atual realidade, é certo dizer que o século XXI é palco da inovação tecnológica. Grande parte do desenvolvimento de fontes de energias renováveis, como a eólica e a solar, é fruto de criações feitas neste século, como por exemplo placas solares que já são responsáveis por 1,4% da produção de energia no Brasil de acordo com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Logo, pode-se dizer que, esta inovação tende a melhorar cada vez mais com o passar do tempo e com mais investimentos nesse setor.

Dito de outro modo, países ou continentes mais vulneráveis, contam com pouco ou nenhum acesso a energia limpa. Em outras palavras, o continente Africano por exemplo, é um local com baixo investimento tecnológico e acesso a energia extremamente precário, pois não conta com fontes renováveis atualizadas para uma boa manutenção de seu processo energético. Em síntese, essa vulnerabilidade afeta muito a populção, impedindo o desenvolvimento de toda uma nação.

Fica claro, portanto, que a inovação tecnológica pode sim impulsionar o acesso a energia limpa. Contudo, para que isso ocorra de fato, é necessário que exista um maior investimento em energia renovável, principalmente para populções vulneráveis e para que isso aconteça, a Organização das Nações Unidas (ONU) deve priorizar o desenvolvimento sustentável primeiramente em países mais pobres. Porque deste modo, as pessoas em situações mais precárias teriam a possibilidade de ter uma qualidade de vida melhor e um ambiente mais saudável.