Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 05/01/2021

Com o atual avanço da tecnologia, o compatilhamento de informações é cada vez mais rápido. Essa velocidade tem como prejuízo o descaso com a veracidade do conteúdo que é compartilhado, seja ele ocorrido de maneira acidental ou pro posital. Na internert, local onde o descaso com a verdade é mais frequente, não existem muitas tentativas de diminuir o fluxo de notícias sensíveis. Paralelo a isso, os meios tradicionais não apresentam uma ética de incentivo a paz, o que incita o ódio entre diferentes grupos sociais. Desse modo é visível que o fluxo de opiniões e noticias sugestivas é um perigo social.

Com o desfoco da mídia convencional para as mídias alternativas que surgiram com o uso da tecnologia, o discurso de ódio achou um meio fértil para se propagar. Os sites mais acessados pelos usuários da internet são as redes sociais, sendo que, a maior característica desses meios é o espaço aberto para a publicação de mensagens que direta ou indiretamente vão atingir um grande público e isso pode dar espaço para mensagens perigosas. Como o jogo da baleia azul que, nos anos de 2016 e 2017 chegou a levantar grande procupação por incentivar jovens ao suicídio. A carência de meios, em redes sociais, que proibissem esse método de circular poderia ter evitado vítimas, o que não aconteceu. Esse fato demonstra que os meios digitais ainda precisam de uma grande regulamentação.

Alinhado a isso, ainda há uma grande divulgação da violência feita pela mídia nos meios convencionais de divulgação como televisões e rádios. Um exemplo notório é o programa Cidade Alerta, transmitido pela rede SBT. Nos programas, além de mostrarem cenas sensíveis em horário não adequado, ainda são munidos de uma forte opinião pessoal como em momentos que é a reportagem é acompanhada por uma cena de ação policial. É possível ver que, diversos apresentadores não tem compromisso com o dever social da divulgação de notícias, o que demonstra uma falha em suas formações como comunicadores. Essa deficiência tem impactos severos é podem moldar os rumos de uma sociedade mais odienta, incentivando pensamentos extremistas nos mais diversos grupos sociais.

Portanto é perceptível que mudanças tem que ser feitas na divulgação de notícias e opiniões no Brasil. Cabe ao ministério das comunicações, maior autoridade na regulamentação da comunicação no Brasil, buscar meios de implementar um código ético mais rigoroso aos profissionais da comunicação, por meio de pressões as instituições de ensino para melhor capacitação dos profissionais na área buscando amenizar a carga de opiniões de ódio nos meios de comunicação. Cabe as principais redes sociais buscar formas de diminuir o discurso de ódio que alguns de seus usuários podem publicar na internet. Dessa maneira o a agrerssividade influenciada pelas mídias diminuirá.