Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 26/09/2020

Os jornais, programas de TV e revistas de tipo sensacionalista promovem a violação de leis e incitação à violência polemizando  notícias e dando ênfase ao fato que chama mais atenção das pessoas, situação alarmante já que não há preocupação com a veracidade das informações, dando proeminência para a versão dos fatos mais polêmica. A mídia não age de maneira a assegurar a veracidade das informações e em promover a aceitação da justiça por vias legais.

O incentivo a criminalidade  pode ocasionar atos de justiça com as próprias mãos, já que não há a atenção devida para a repercussão que o fatos irão atingir e interpretações não feitas baseadas na lei podem gerar injustiças e atos demasiadamente violentos, assim, coibir as ações destas empresas de comunicação de massa tem relevância na promoção da justiça e redução dos atos de criminalidade segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas).

Ademais, ainda não existem sanções para estes tipos de situação, no entanto, garantir a veracidade dos fatos já diminui interpretações que fujam da esfera legal e com o advento para ações sobre a mídia que não interfiram na liberdade de expressão, mas que também, não coloquem o réu numa situação onde a justiça é executada de maneira equivocada, não por instituições legalizadas. Com isso, reduzir linchamentos e outras atitudes que venham a ferir a justiça e os direitos humanas envolvidos, deste modo, é possível garantir uma sociedade justa e pacífica e evitar constrangimentos e situações vexatórias pela errada análise dos fatos.

Portanto, para que a ação da mídia na incitação da violência e que infração das normas das instituições públicas seja reduzida, é preciso coibir manifestações que venham a ferir os direitos humanos por parte do governo e que a mesma incentive, pelos meios de comunicação que dispõe, o correto funcionamento das instituições que promovem a justiça e, além disso, promover o respeito mútuo aos direitos de cada cidadão.