Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 01/03/2020
Conforme a Carta Magna de 1988, parágrafo 3°, III, diz que é dever da República Federativa do Brasil erradicar a marginalização. No entanto, a mídia com seus efeitos sensacionalísticos têm contribuido para o aumento da criminalidade, além disso, Jornalistas têm usado da liberdade de sua profissão para o estimulo da sensação de insegurança que acaba por influenciar um comportamento mais assustado e vingativo da população por medo do que eventualmente possa lhe acontecer.
A liberdade jornalística por sua vez é um direito constitucional, mas que no mais acaba por estrapolar todos os limites impostos para conseguir o máximo visualização possível. No Brasil, as taxas de crimes, que segundo a Globo chega a uma morte violenta em doze minutos - 118 por dia, pode vir a ser alvo de uso desenfreado de informações para se auto promover sem temer as consequências que vêm a preujudicar a sociedade, causando revolta em parte da população que pede um certo controle das redes de televisão e rádio.
Ademais, a influencia comportamental dos telespectadores e evidente no que se diz a respeito do aumento da criminalidade, pois a vingança se tornou um meio comum de quem está acuado e amedrontado pelos perigos apresentados nas redes televisionárias. Durante a 2° Guerra Mundial, Adolf Hitler usou do sensacionalismo para propagar o ódio contra o povo judeu e se auto entitular como herói da nação alemã, no mais pode-se comparar os efeitos causados pela influência desenfreada de comportamento da mídia para com os seus telespectadores.
Portanto, fica evidente que a mídia deve ter um controle penal de suas ações já que podem influenciar direta e indiretamente o comportamento de uma ou milhares de pessoas. Cabe ao Poder Executivo propor um projeto de lei penal, por meio do Ministério da Justiça, que vise a punição pecuniária e restritiva de liberdade ao incentivo da violência por parte das redes de televisão e seus apresentadores, cabendo a esses informar de forma pacífica os fatos cotidianos a fim de diminuir a tensão da população.