Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 10/04/2020

No livro “1984” de George Orwell,é retratado um futuro distopito em que um

estado totalitário controla e manipula toda forma de registro histórico e atual,

a fim de moldar a opnião pública a favor dos governantes.Fora da ficção,é fato que a realidade apresentada por Orwell pode ser relacionada ao mundo

hodierno,gradativamente, os sistemas de inteligência artificial corroboram à

restrição de informação disponíveis e para a influência comportamental pública.Desse modo,é irrefutável que ocorra uma remodelação dos projetos midiáticos.

Nesse contexto,a restrição de informações passadas para a população é,

infelizmente,um problema ainda presenciado.Conforme o filósofo Zygmunt Bauman,vive-se atualmente um período de liberdade ilusória,ja que o mundo digitalizado abre portar para manipulação e alienação vista em “1984”.Logo,

os usuários são,inconscientemente,obrigados a fazer ações propostas pelas

mídias governamentais.

Ademais,as inteligências artificiais têm uma grande influência comportame-

ntal sobre seu público.Em um dos episódios da série Black Mirror,por exemplo,um aplicativo pareava pessoas para relacionamentos com base em

estatísticas e restringia possibilidades para apenas aquelas que a maquina indicavas, tornando o usuário passivo na escolha.Paralelamente,isso ocorre

nos sistemas midiáticos atuais,fazendo com que o indivíduo tome atitudes violentas e torne ele alienado à esses programas.

Portanto,fica evidente a necessidade de ações efetivas entre os atores sociais frente à manipulação das pessoas por meio da mídia.Para isso,o Governo e  o Sistema Midiático devem diminuir o controle e a censura das pessoas,pois está acontecendo uma liberdade ilusória como disse Bauman,

por meio de implementação da lei dos Direitos Humanos e campanhas contra a manipulação da população,a fim de acabar com a influência que as

mídias têm nos usuários.Dessa maneira,a liberdade digital dos utilizadores

sem controle algum do governo.