Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 16/04/2020
O aumento contínuo de incitação á violência pela mídia na sociedade brasileira, é evidente. Isso deve ser freado pois as maiorias vítimas são jovens e adolescente. Sendo relevante uma análise dos aspectos que corroborem com essa atitude violenta, gerada pela falta de informação e descaso do governo.
Em primeiro plano, é preciso atentar para a impunidade presença na questão. Nessa perspectiva, a máxima de Martin Luther King de que “a injustiça num lugar qualquer é a ameaça á justiça em todo lugar” cabe perfeitamente. Desse modo, tem-se como consequência a generalização da injustiça e a prevalência sentimental de insegurança a incitar violência.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação esteja entre os fatores que atuam-na. Os meios de comunicação têm o dever de elevar o patamar civilizatório da sociedade, mas fazem ao contrário e estimulam a violência. A excessiva repetição de cenas bárbaras banaliza a violência e contribui para a reprodução de atitudes de espancamento coletivo.
Faz-se mister, ainda, salientar a ausência do governo em propor programas educativo como impulsionador do problema. De acordo com Paulo Coelho, o ser humano pode alterar a sua vida mudando sua atitude mental. Diante de tal contexto, é importante a presença do Estado de Direito, para garantir a liberdade de informação e educação mental á todos.
Contanto que, os programas educativo, estimula o indivíduo a uma mente fértil, e atitudes cabíveis que podem leva-los a praticar o bem em torno do meio em que vive e ser passado de geração em geração. Assim ocorria a diminuição de incitação ao crime e á violência, a desobediência aos pais e até mesmo ás leis ou ás decisões judiciais.
Portanto, com o objetivo de diminuir essas disparidades sociais, e assim, torna-los indivíduos éticos, é necessário que o Governo Federal elabore medidas sociais mais amplos que energicamente invistam em instituições de segurança e educação de qualidade ás periferias e a dura fiscalização, construindo um Brasil digno e civilizado.