Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 20/04/2020
“Prefiro enfrentar 100 inimigos a esses jornalistas…” disse Napoleão durante suas campanhas militares mal-sucedidas na Russia. “Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos?” É a consequência do indevido uso da televisão, internet e outros meios de comunicação que nos ligam ao mundo e as falsas notícias - falácias ou fakes news.
Assim, o imperador francês enfrentou pesadas críticas dos periódicos locais, em época de revolução e concomitantemente às ações militares que demandavam recursos financeiros à França.
Contudo, nosso foco está no Quarto Poder e não na História, assim chamado pela própria mídia e quando empregado com articulações estratégicas, objetivos obscuros e sobretudo, financiado pelo Crime Organizado gera intolerância, revolta, entre outras coisas.
Propagandas dissuasivas são a melhor estratégia para convencer incautos e que aceitam sem questionar a origem, a fonte da informação, convictos de que o fato que lhes é apresentado, é a mais pura expressão da verdade. É assim o jornalismo brasileiro, eivado de vícios para ludibriar os poucos esclarecidos que recebem a notícia ornada de sensacionalismo.
Nesse sentido, há no país jornais televisivos que difundem ideologias contra valores da família, atacam governos que não os privilegiam; ademais, fazem questão de abordar o tema violência, sobretudo exaltando o crime. Isto acontece quando a ação policial é exposta antes de todo o fato ser apresentado e faz parecer que o bandido é mocinho, por último, que o crime compensa.
Portanto, a televisão faz exortação à violência sem qualquer sombra de dúvida e em que pese a legislação vigente, esta não pune, porém, omite-se. Nesse viés, sugere-se às autoridades: Congresso, juizes, promotores envolvidos: revisão doutrinária, tão quanto aplicação sobre o jornalismo vil. Dessa forma, aliviaremos nossas sociedade de uma mídia caótica e que exalta crueldade e incita, sobremaneira, valores violentos.