Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 22/04/2020

No livro “1984” de Goerge Orwell é abordado a influência ideológia por meio do ódio, o qual obriga a população a visualizar uma série de imagens e vídeos a respeito do inimigo do estado, o qual pode ser um sujeito ou uma nação com propostas contárias ao pensamento virgente. Não obstante, é possível traça-se  um paralelo com a realidade midiática brasileira, a qual  há uma ideológia cada vez mais presente de colocar a justiça na mão na populaçao e mostrando a ineficiência estatal de garatir a o sentimento de seguração e justiça ao cidadão.

Frequentemente, é apresentado reportagem sensacionalistas que mostram os cenários de atrocidades e crimes, porém, além de não repassar uma informação relevante apenas imgens crueis, são vinculados majoritariamente a pessoas negras e pobres, estimulando assim o preconceito virgente na sociedade. Contudo, não se limita até esse tópico, pois há um euforia a estimulos para reações violetas aos cidadões que estão inconformados que tal cenário, pois sabem que a justiça garantida pelo estado, como diz a constituição de 1988, é desleixada e irresponsável com essa situação que é predominante nas áreas mais perifericas das grandes metrópoles.

Ademais, uma reportagem feita pelo portal de notícias G1 mostra que 70% dos casos de homicídios no estado do Rio de Janeiro não foram solucionados em dois anos. Portanto, mostra a inviabilidade estatal perante a promover justiça para a populaçao, a qual visa nas mídias sensacionalistas um aval para realizar punições com as próprias mãos.

Em suma, é de extrema necessidade que o Ministério da Justiça tome pressione a câmaras regionais a desburocratizarem o sistema criminal e invistam de forma concreta nas depardamento de polícia local, com a devida fiscalização e monitoramento previsto ao descumprimento da lei, a qual seria realizada em um formato de PEC. Dessa forma, garantido o direito do cidadão à justiça de forma ágil e facilitada, assim, diminindo a insatisfação popular e desistabilizando a mídia que se aproveita da falta de justiça jurídica e, consequentemente, distanciando-se do futuro distópico de “1984”.