Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 13/05/2020

Durante o auge do nazismo na Alemanha, notava-se, por parte da população, receptividade a respeito dos ideias nazista da época, tal acontecimento ocasionado pelo domínio nazista sobre a mídia - dessa forma, induzindo a população a aceitação dos ideais levianos, nesse víeis, constata-se o poder que a mídia possui acerca da formação do pensamento do indivíduo. Ademais, liberdade de expressão torna-se vitalício para uma sociedade democrática, todavia, percebe-se problemas nesse modelo, muitos meios de comunicação a própria-se da liberdade de expressão para manipulação por meio das informações, esse acontecimento deve-se: a parcialidade do emissor e  criação do sentimento de perversidade no receptor.

Em primeiro plano, a parcialidade na emissão da informação por parte da mídia, retira do receptor a capacidade da  efetuação do senso critico, deste modo, motivando a tomar partido sem análise prévia. Igualmente  as atitudes realizadas pelo jornalista radical da revolução francesa, Jean-Paul Marat, o qual utilizava-se do jornal para moldar a opinião pública, dessa maneira, sentenciando de forma arbitrária, suspeitos acusados de atuar contra a revolução, promovendo a violência decorrente da parcialidade dos fatos, nessa óptica, nota-se o predomínio da informação na sociedade, que omitida de forma desonesta, detêm o poder de manisfesta o corpo social a agir com ignorância.

Além disso, em uma sociedade os sujeitos retêm culturas e valores diversificados, mais, com a exposição de informações da mídia exibindo acontecimentos que não são situados a realidade de determinado indivíduo, possui o condão de metamorfoseá-lo. Segundo o cientista social brasileiro,  Léo Voig, conteúdos apresentados aos telespectadores detêm a capacidade de manipula-los, pois, alguns poderão se identificar e serão estimulados a praticar tais atos, seguindo essa víeis, percebe-se como o sujeito torna-se vulnerável a manipulação da mídia, assim, acaba portanto, ferindo princípios de respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família brasileira.

Depreende-se, então, que medidas para proteger os indivíduos das mazelas que a mídia podem oferecer, precisam ser tomadas. faz-se, imprescindível que o congresso em conluio com a classe jornalistica, por intermédio, elaborem leis com o proposito de  torna a mídia imparcial, levando a tona a veracidade, por meio de censuras que tem como objetivo anula quais quer tipo de incitação ao ódio, também, o governo deve recomendando fontes confiáveis de informação para o cidadão, desta maneira o afastando da manipulação. Feito isso, a sociedade poderá exerce o senso critico, não tornando-se ‘‘massa de manobra’’, abrangendo a intelectualidade do receptor e formando opiniões naturais.