Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 13/05/2020

Nos ultimos 40 anos a obesidade infanto juvenil no mundo aumentou de 1% para 6% em meninas e de 1% para 8% em meninos. A grande maioria (cerca de 70%) dos adolescentes com obesidade manterao essa condicão na vida adulta. No Brasil os indices de sobre peso e obesidade refletem os padrões mundiais. A realidade do estado do Rio de Janeiro destacase com valores acima da média nacional em todas as faixas etárias infanto juvenis, segundo informações do Sistema de Vigilancia Alimentar e Nutricional do Ministerio da Saude. O consumo excessivo de acucar, gorduras saturadas, processados e ultra processados, a propaganda de alimentos não saudaveis direcionadas ao público infanto juvenil e a inatividade fisica são alguns dos fatores que preocupam atualmente organizações nacionais e internacionais quanto ao aumento da obesidade. “Se as tendências atuais continuarem, haverá mais crianças e adolescentes com obesidade do que com desnutrição moderada e grave até 2022” segundo a Organização Pan Americana de Saude.A prevalencia da obesidade volta a crescer no Brasil, é o que aponta a Pesquisa de Vigilancia de Fatores de Risco e Proteção para Doenças cronicas por Inquérito Telefonico (Vigitel), de 2018, do Ministério da Saude. Sobre esse indice, houve aumento de 67,8% nos últimos treze anos, saindo de 11,8% em 2006 para 19,8% em 2018. O Brasil nos últimos tres anos apresentava taxa estaveis da doenca. Desde 2015, a prevalência de obessidade se manteve em 18,9%.Em 2018, os dados tambem apontaram que o crescimento da obesidade foi maior entre os adultos de 25 a 34 anos e 35 a 44 anos, com 84,2% e 81,1%, respectivamente. Apessar de o excesso de peso ser mais comum entre os homens, em 2018, as mulheres apresentaram obesidade ligeiramente maior, com 20,7%, em relacão aos homens,18,7%.