Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 23/05/2020
Mídia de Guerra na Alemanha Nazista. Mídia de Guerra na Itália Fascista. Mídia de Guerra nos Estados Unidos da América. Mídia de Guerra da Inglaterra -Rede BBC-. Ao longo da história mundial moderna, estes países utilizaram a mídia como instrumento de incitação à violência e a justiça com as próprias mãos. Na atualidade, o Brasil possui índices de violência acima da média mundial, segundo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Neste contexto, torna-se importante o seguintes fatores: a incitação de ódio, a violência e a desobediência das normas federais pelo governo - pelo líder, Presidente Bolsonaro- bem como, a romantizar dos abusos pelas emissoras de massas. Com efeito, visando enfrentamento do problema, faz-se, necessário o debate entre poderes legislativo judiciário e população civil.
Em primeira análise, é indubitável o discurso de ódio contra seus opositores preferido pelo presidente da república -através das mídias oficiais do governo-. Com a ação, mesmo nego direito a cidadania e a diversidade ao povo, previsto na Constituição Federal de 1988 -no seu artigo primeiro inciso terceiro-. Sob este viés, tornou-se comum as denúncias feitas pelo G1 -site de notícias da Rede Globo-. Nesta, diversas são as agressões físicas e verbais contra jornalistas, médicos e sociedade civil, por parte do seus apoiadores. Logo, com essas ações, o país retorna os ideias antidemocráticos, vivenciado-se então novamente a triste parte da história moderna.
Além disso, observa-se, a romantização de assédios e agressões pela indústria de massa -grandes mídias públicas nacionais-. Seja através de músicas, filmes ou novelas, a imagem do criminoso é sempre associado a um galã. O fato, observa-se na narrativa “A Regra do Jogo”- telenovela de responsabilidade do grupo Globo, transmitida no horário nobre-. Nesta, o personagem “Tião” humilha e agride mulheres - grupo historicamente morto e violentado pela sociedade machista brasileira-. Segundo a filósofa Hannah Arendt, este processo contribui para banalização dos crimes - o ato de torna-se comum as olhos da sociedade-. Ademais, as ações violentos, periódicos na atual sociedade brasileira, poderão contribuir para rio pintura democrática.
Portanto, infere-se, a negligência e o descompromisso do atual governo para diminuir a normalização da violência por meio da mídia. Dessa forma, o poder legislativo nacional, -Câmara dos Deputados- deverão criar o projeto de lei: “Brasil sem violência”. este tem como função fiscalizar as mídias, - públicas ou privadas- e multar quando constar a incitação à desordem e/ou violência. Em complemento, as Secretaria Estaduais de Educação deverão adicionar aulas de letramento cidadã nas escolas. Assim, o país preservação o regime democrático e observará diminuição da violência.