Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 09/06/2020

TEMA = CAMINHOS PARA A REDUÇÃO DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

No período da Idade Média a gravidez precoce era uma necessidade, tendo em vista o pouco desenvolvimento da medicina e baixa expectativa de vida. Hodiernamente, a medicina evoluiu e idade vegetativa aumentou, porém, a gravidez precoce ainda é uma realidade persistente. Nesse contexto, concatena-se o acesso abundante aos métodos contraceptivos e a propagação de informações como ações governamentais que objetivem reduzir a gravidez prematura.

Partindo desse pressuposto, ressalta-se a importância da aquisição de contraceptivos pelos adolescentes. Tendo em vista que os anticoncepcionais têm como finalidade evitar a gestação, e por isso são distribuídos nos centros de saúde. Entretanto, observam-se como empecilhos o medo do julgamento social ao adquirir os produtos e a insuficiência desses no sistema público. Essa perspectiva é justificada pelo filme “Meninas”, o qual retrata o cotidiano de jovens que ficam grávidas, tento como principal potencializador a ausência de preservativos. Por consequência, verifica-se a prática do sexo sem proteção e o aumento da possibilidade de engravidar. Logo, percebe-se que a negligência estatal representa uma das causa do problema, necessitando, assim, de medidas paliativas.

Ademais, destaca-se a propagação de informações e instruções que pretendam reduzir a maternidade prematura. Sob essa ótica, salienta-se a educação sexual como principal agente de disseminador de conhecimento, dado que ela esclarece o assunto e ajuda a evitar a gestação precoce. Contudo, a temática sexualidade se tornou um tabu na sociedade, sendo comprovada pela Ciência Histórica, a qual afirma que a formação familiar tem como base o patriarcado. Mesmo no tempo presente a censura sobre o assunto ainda é persistente, carecendo, portanto, de reajustes educacionais e sociais.

Destarte, fica notório os meios de diminuir a gravidez precoce, que ainda é um imbróglio na sociedade contemporânea. Sendo assim, cabe ao Ministério da Saúde realizar o aumento quantitativo da disponibilidade de preservativos nas unidades de atendimento. Além disso, o Ministério da Educação, em parceria com a Secretária da Criança e do Adolescente, devem promoverem a discussão sobre sexualidade nas escolas, com a presença de pais e alunos, por meio de palestras e campanhas informacionais, a fim de conquistar a desconstrução do preconceito e conter a taxa de natalidade. Dessa forma, inverte-se os ocorridos da Idade Média e eleva o desenvolvimento social.