Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 29/07/2020
Em meados do século XV, a Globalização surge e passa a ser um meio crucial de troca de informações entre países e pessoas de todo lugar. Apesar das vantagens, é notório o retrocesso na sociedade tecnológica atual, visto a partir de informações erroneamente entendidas e repassadas, incitando direta ou indiretamente a violência. Logo, com o avanço do sistema capitalista, recai sobre o homem o compromisso de tornar a mídia uma ferramenta social de influência positiva. Nesse contexto, convém a análise das principais causas e possíveis alternativas para esse imbróglio.
Em primeiro lugar, a Globalização é um processo essencial para o avanço da sociedade no futuro, a amizade financeira e militar é um exemplo dessa união. Existem várias desvantagens, atualmente, a que mais destaca-se é a mídia sensacionalista, desde a propagação da violência televisionada durante dia e noite em programas explicitamente abertos, até os dias atuais em que casos extremos são gravados com o intuito de mostrar-se justiça perante tais atos de violência, justiça na maioria dos casos relatados feita com as próprias mãos. O maior exemplo atual de violência gravada e propagada é o caso de George Floyd, homem afro-americano assassinado em Minneapolis, estrangulado por um policial branco.
Outrossim, de acordo com Martin Luther King, “a injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar”, com a onda sensacionalista constantemente circulando, um sentimento de revolta é desperto por meio disso, e juntamente o ímpeto impensável de fazer-se justiça com as próprias mãos, quebrando a única e última barreira que há entre a verdadeira justiça e injustiça, reforçando a frase de Martin Luther King.
Tendo em vista o pressuposto, faz-se evidente que ações são necessárias em prol de uma melhor e mais justa sociedade. Portanto, é dever do Ministério Público e da Justiça, o apreendimento de indivíduos que propagam a violência, punição com o mínimo de 4 meses de isolamento monitorado (sem chance de pagamento de fiança), servindo-se de exemplo posteriormente; criação de uma nova Lei é de extrema importância e prioridade para o Estado, sendo assim, o progresso sem alterar a ordem.