Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 09/10/2020

A busca por mais audiência, fama e dinheiro, retrata o sensacionalismo e a antiética dos meios de comunicação. Por conseguinte, desempenha uma influência na sociedade, principalmente incentivando: a violência, ódio e a justiça com as próprias mãos. Logo, a influição da mídia na mente das pessoas é uma conjuntura preocupante. Portanto, abrandar esse problema é inconcebível.

Sob o mesmo ponto de vista, tem-se como exemplo da ação de ira e prejuízo na sociedade a série: Areia movediça. Este seriado exibe o julgamento da jovem Maja, a personagem principal, que é acusada de organizar e executar uma chacina em sala de aula junto ao seu ex-namorado. Ao decorrer do julgamento e das investigações policiais a mídia sensacionalizou o caso gerando fúria e prejulgamento de que Maja era culpada. Mas ainda, induziram um falso testemunho por uma das vítimas da chacina. E, no fim a Maja era inocente.

Outrossim, o famoso caso da menina Isabella Nardoni que foi assassinada por seu pai e madrasta. Esta ocorrência, tomou proporções colossais provocada pelos meios de comunicação. Consequentemente, motivou a população a agredir o advogado de defesa do casal. Como também, o ocorrido do sequestro de Eloá Pimentel, onde a mídia ultrapassou a ética moral e profissional: quando, interviram na negociação com o sequestrador ligando para ele. Por conseguinte, a mídia deixou o tomador da refém mais nervoso, o que resultou na morte de Eloá Pimentel.

À vista disso, o ministério da justiça deveria reputar como crime o abuso e a antiética da mídia. Bem como, aplicando severas multas e rastreando informações não autorizadas ou sensacionalizadas. Assim, o rastreamento diminuiria as ocorrências de informações prejulgadas e exageradas. Logo, diminuiria o caos propagado pela massa de informações. Bem como, considerando como crime esses atos, os meios de comunicação teriam uma maior responsabilidade com a sociedade e com a lei.