Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 27/10/2020
A população vem lutando pela igualdade no país, em relevância a desigualdade social, já que muitos brasileiros não têm acesso ao mínimo para viver em sociedade. Porém, pessoas são motivadas a causar violência à procura de justiça.
A discrepância no país acontece desde a escravatura até os dias atuais. No entanto, ocorre liberdade de expressão em revistas, televisão e rádios, ainda assim, o Ministério Público e a Justiça não interferem nessa ação. A Folha de São Paulo mostrou o caso da jornalista Rachel Sheherazad, no Rio de Janeiro, afirmando que a repórter alegou que “bandido bom é bandido morto”. E tal afirmação feita, por pessoas que possuem mais relevância, faz com que haja perseguição aos ladrões.
Todavia, a incitação da violência ocorre na mídia, onde muitas pessoas compartilham e, assim, se criam novos justiceiros. As notícias podem ser falsas ou mal interpretadas, mas o indivíduo, mesmo assim, com a consciência de que a justiça não será feita, tentará fazer ele mesmo. A violência policial, como comentado pelo site G1, sobre o caso de George Floyd, em que um policial ajoelhou-se no pescoço dele, e consequentemente acabou falecendo, não foi a única agressão injusta.
Portanto, cabe ao governo reivindicar melhorias de segurança pública e de educação. E a mídia deve contrariar a incitação à violência por meio de discussões e campanhas, desse modo, ocorrerá a diminuição das agressões, e será possível ter uma segunda oportunidade de vida.