Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 24/11/2020

No cenário de Revolução técnico-científica, a mídia através dos meios de comunição em massa informa e incita a reatividade. Uma vez que, dependendo do conteúdo exposto pode gerar sentimentos refletidos em condutas boas ou ruins. Verifica-se, no âmbito social que o setor midiático apresenta problemas, a saber: a incitação da violência e justiça com as próprias mãos. Posteriormente, corroborando uma crise social no qual a segurança coletiva e individual é questionável.

Em primeiro plano, deve-se salientar que as causas da violência advêm de muitos fatores, sobretudo, a desvalorização da vida e dos direitos humanos. Apesar de, a constituição Federal de 1988 garantir que todos têm direito a segurança quando esta falha e/ou ausenta-se, afeta a concepção em que, somos protegidos - toda via, por quêm?-. Deste modo, atos violentos são praticados e propagados. Haja vista, portanto, enaltecendo a falha e o censo de desapontamento com o sistema governamental.

Ademais, com efeito a sociedade torna-se dependente da mídia e o ciclo destrutívo se retroalimenta-se. Sem qualque, mecanismo de controle segue o princípio da filosofia utilitária. Visto que, a elevado é alcançar a felicidade máxima possível para o maior número de pessoas. Contudo, o termo felicidade é substituído por revolta.

Portanto, ações são necessárias para a mudança dessa situação. Primeiramente, por ter aspectos enraízados na forma como a mídia apresenta a violência é preciso que esta priorize o bom senso humano coletivo, enfatizando que a justiça tem profissinais capacitados para exerce-la, para que o cidadão comum compreenda que está amparado socialmente.  Segundamente, é dever do Poder Legislativo, a criação de uma lei especifica sobre o que pode ou não ser divulgado, a partir do impasse que desvaloriza a vida humana. E, mais ainda, sempre é preferível que o indíviduo utilize sua criticidade e analise os programas e demais conteúdos midíaticos que o permeia; logo evitar o que for destrutivo.