Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 13/12/2020

Na época da ditadura militar, a imprensa não tinha liberdade de expressão. Porém, na nova república, isso mudou, pois ela estendeu-se para todas as mídias e esteve com a permissão de abranger mais pautas. No entanto, gerou más consequências, como a falta de imparcialidade e o sensacionalismo.

Em primeiro lugar, é preciso ter uma neutralidade dentro da mídia. É certo que todo ser humano tem seu ponto de vista, contudo, os comunicadores não devem expressar seus argumentos no local de trabalho. Muitas vezes, eles expõem suas considerações para querer que os seus expectadores pensem da mesma forma, e consequentemente, esquecer do posicionamento adverso, gerando ódio nas pessoas.

Outra característica maléfica é o sensacionalismo, presente principalmente nos apresentadores de programas policiais. Para ter uma melhor audiência - em números - eles partem para o ataque, fazendo ofensas, proclamando violência e incitando o público para fazer justiça com as próprias mãos. Dessa forma, contribuem para um espírito de violência nos espectadores e diversas consequências anátemas.

Mediante o que foi exposto anteriormente, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. Então, o governo deve criar leis para proibir a parcialidade e a disseminação da violência dentro dos meios de comunicações, criando multas para quem desrespeitar e até impedir, temporariamente, o funcionamento dessas empresas, e por fim, criar canais de denúncias, como telefones e e-mails. Assim, ajudará a ter uma mídia mais transparente e eficaz e colaborará para um melhor discernimento dos consumidores destes conteúdos e notícias.