Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 30/12/2020

O monarqua Dom João VI, instala no Brasil a imprensa em 1808, com o objetivo de informar a população e proporcionar desenvolvimento midiático. Ao longos dos anos, esse entretenimento se fortaleceu no país, em ganhar espaço para estabelecer esclarecimento sobre os fatos presentes, porém, perdeu-se a seriedade e o comprometimento com a verdade. Assim, é lícito afirmar que o aumento contínuo da violência na sociedade brasileira gera várias vertentes significativas relacionadas a mídia.Isso ocorre devido à falta de mecanismo para combater as pronúncias e notícias que incitam a justiça e à ausência de políticas públicas para resolver os problemas existentes no setor.

Em primeira análise, evidencia-se que a forma que algumas informações são expostas na mídia convecem as pessoas a agirem com as próprias mãos. Isso acontece porque não existe regulamentação informativa, controle de averiguação dos fatos e propagação elucidativas para facilitar o cotidiano do cidadão, pois com o avanço tecnológico qualquer notícia torna convencente. Sob essa óptica, o filósofo Immanuel Kant afirma que o homem é aquilo que a educação faz dele, ou seja, o conhecimento é fundamental em diferenciar o melhor caminho para o bem-estar coletivo, na busca de amenizar movimentos violentos e persuasivos que distorcem a realidade. Consequentemente, as divergências se repetem constantemente, visto que não têm métodos paliativos para enfretar um sistema doentio.

Além disso, é imperativo pontuar que insuficiência de políticas públicas corroboram para o avanço da violência. Essa lógica é comprovada com a ausência de ferramentas efetivas para solucionar os impasses  nos veículos de comunicação e a utilização de procedimentos para assegurar a credibilidade midiática. Contudo, a Constituição Federal de 1988 garante o direito de proteção e legitimidade da mídia,entretanto,  na prática, é diferente da condição vigente, posto que muitas emissoras e rádios usam linguagens inapropriadas ao incintar as pessoas a violarem a legislação. Logo,é substancial a mudança.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para diminuir a violência pela mídia. Posto isso, cabe ao Ministério das Comunicações lançar um projeto social, ao legitimar um site de denúncias para punir a imprensa que incintam atos violentos, voltada em combater notícias e linguagens autoritárias e persuasivas, por meio de propagandas educativas, aplicativos de comunicação e publicidades em advertir as emissoras que fomentam um sistema tóxico, no intuito de promover sanidade comportamental e redução da violência por informações construtivas e verídicas. Ademais, é preciso que o Governo Federal coloque em rigor a Constituição ao criar um canal em uma plataforma digital para esclarecer as circunstânias nacional de forma concisa, ao passar convicção para a sociedade em melhorar a qualidade das notícias. Sendo assim, a imprensa de Dom João VI poderá se realizar na corporação.