Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 14/08/2021

Desde a ascensão do governo nazista de Adolf Hitler, baseado no sentimento nacionalista e na massiva pública pública, tornou-se perceptível o poder de comunicação que exerce sobre uma sociedade, determinando suas atitudes e pensamentos. Nessa perspectiva, faz-se necessário analisar como o jornalismo sensalismo e a expansão de “notícias falsas” contribuem para a violência praticada no mundo contemporâneo.

Primeiramente, para Vitor Blotta. pesquisador do núcleo de Estudos de Violência da USP estereótipos socias, já que são financiados pela elite social interessada em mascarar os reais motivos que promovem as mazelas sociais, culpabilizando, desde então, os indviduos pela realização do delito e o Estado pela impunidade. Dessa forma, é perceptivel que a transmissão de jornais sensacionalistas é uma estratégia elitista para resguardar seus interesses segregarndo a população por meio da violência e dos esteriótipos sociais.

Além do mais, ao mesmo tempo em que o avanço tecnológico promoveu um maior acesso ao conhecimento, possiblitou também uma rápida disseminação de desinformação nos canais virtuais. Tornada-se notório tal fato e seus efeitos precedidos das alterações presidenciais norte-americanas de 2020, em que a promoção de “notícias falsas” veio a colocar em questionamento ao estado democrático dos países ocidentais bem como, estadunidense. Diante do fato, o estopim da instabilidade política americana e do estado democrático do século XXI, invasão do Capitólio dos EUA, torna-se um feito representativo da supremacia tecnológica sobre o pensamento e atitudes da sociedade contemporânea.

Diante disso, depreende-se, que o surgimento e modernização dos canais midiáticos passou a influenciar nas atitudes humanas ultrapassando até mesmo os limites constitucionais de um Estado. Sendo necessário, portanto, que o Poder Judiciário das Nações promova penalizações sobre publicação de assuntos extrajudiciais nos canais comunicativos sem respostas conclusivas para a população bem como, daquelas que disseminam desinformações, a fim de evitar os avanços da violência social financiado pelos jornais sensacionalista e pelas informações falsas.