Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 20/02/2022
É inegavél que a internet, juntamente com as mídias, abriram espaço para a globalização e informação. Entretanto, nos mais diversos canais midiaticos, pessoas abusam do que é concedido pela Constituição Federal, na qual versa que ninguém pode sofrer restrição de pensamento ou de expressão. Sendo assim, problemas como discurso de ódio sendo espalhados nos meios de comunicação e ataques ciberneticos são cada vez mais recorrentes. Logo, fica nítido que a situação precisa ser controlada.
De início, é válido ressaltar que desde antes da invenção das mídias e, principalmente as mídias socias, opiniões violentas circulavam entre as pessoas.
No entanto, com o avanço da internet, tais opiniões puderam ser expostas para milhares de pessoas e os discursos de ódio atingem uma dimensão incontrolavél. Á exemplo disso, pode-se citar a frase pronunciada pelo presidente Jair Bolsonaro, que diz “Bandido bom é bandido morto.” A referida pronunciação rapidamente se alastrou por todo o país e o problema é que pode incitar a violência nos “justiceiros”. Desse modo, é evidente que as mídias também possuem o papel de ajudar na propagação de discrusos violentos, corroborando para o crescimento das taxas de violência do Brasil.
Outro percalço existente nos meios de comunicação, são os ataques ciberneticos, que consistem em usuários da internet que atacam virtualmente outras pessoas por meio das mídias de rede social. Nesse viés, um exemplo disso é a cultura do cancelamento, na qual é promovida por internautas que ao assistirem qualquer atitude considerada imprópria “cancela” o “malfeitor” com comentários de ódio. Como exemplo, observa-se a cantora Luiza Sonza, que ao terminar seu relacionamento com Winderson Nunes, foi exposta à xingamentos e difameções, o que acarretou em perdas de seguidores e deslikes nos seus vídeos de trabalho. Desse modo, faz-se necessário que a situação seja repensada por todos os usuário.
Diante do exposto, torna-se nitido que a população reaja a estes comportamentos. Então, o ministério das mídias e informação devem fiscalizar as mídias de comunicaçãpo a fim de localzar comentários maldosos- em publicações viralizadas- afim de nos afastarmos de atitudes como as de Bolsonaro e “canceladores”.